Não peço que os tire do mundo, e sim que os guarde do mal.
Não peço que os tire do mundo, e sim que os guarde do mal.
Eles não são do mundo, como também Eu não Sou.
Santifica-os na Verdade; A Tua Palavra É A Verdade. (Jo 17:15 17)
Em João 15, Jesus ensinou que é somente estando e permanecendo nele que o cristão pode frutificar de forma que agrade a Deus. Em João 16, ele prometeu a vinda do Consolador, que chegaria para auxiliar os seus discípulos, na tarefa de permanecer nele. Em João 17, capítulo-base do presente estudo, Jesus, pouco antes de concluir sua missão salvadora, através de sua morte na cruz, intercede, não somente por seus discípulos, mas por todos os salvos, incluindo eu, você e todos aqueles que vierem a crer por intermédio da Palavra de Deus. I – Olhando Para Jesus Os quatro evangelhos da Bíblia mostram Jesus orando muitas vezes, de muitas maneiras e por muitos motivos. Mas, em João 17, encontramos a oração mais emocionante e marcante feita pelo Filho de Deus. Sua missão estava por ser concluída e se aproximava a hora da sua crucificação. Antes, porém, Jesus passaria momentos dolorosos no Getsêmani, onde em agonia (Lc 22:44), suaria sangue. Foi com a imagem do Getsêmani, da via dolorosa, da indigna cruz, da morte atroz, na mente, que Jesus deixou escapar de seus lábios esta magnífica oração. A poucas horas da morte, ele intercede por si próprio, por seus discípulos e por sua Igreja. 1. Intercessão por si próprio: Jesus estava se despedindo de seus discípulos, quando disse: No mundo, tereis aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo (16:25-33). Cristo deixa claro que o propósito de Deus havia sido alcançado por ele e teria continuidade e conclusão pela ação poderosa do Espírito Santo, que usaria os discípulos e a Igreja (16:1- 24). Para que assim fosse feito, Jesus ficou em pé, abriu os olhos, fixou-os no céu e começou a interceder, primeiramente, por si: Pai é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti (v.1). É uma conversa íntima com seu Pai.
Até o versículo cinco, Jesus pede a glória mútua, dele e do Pai: ...glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo (v.5). Por que Jesus pede a glorificação? Porque ele completou, na terra, a obra que o Pai lhe confiou! O Filho recebeu autoridade para dar a vida eterna a todos os que o Pai lhe deu, e, por causa disso, estes conheceriam o Pai e o Filho (v.3). Na verdade, tudo isso seria concretizado na terrível cruz e na gloriosa ressurreição, mas Cristo fala como se tudo já fosse fato consumado, uma vez que enfrentaria o ódio, a corrupção, a traição, o abandono, a afronta, a ignomínia, a impiedade, enfim, tudo e todos, e iria fazê-lo sem recuar, por amor aos homens pecadores. Por isso, pede ao Pai que lhe dê a glória que tinha antes que houvesse mundo. Que significado tem essa glória? Ele está afirmando que seu Pai é o Deus eterno e que ele, por ser seu Filho, é preexistente, é eterno, é divino, uma verdade que João já declarara no início de seu evangelho, quando afirma que o Filho é antes de todas as coisas e que todas as coisa foram feitas por ele (Jo 1:1-14). Portanto, as naturezas, divina e humana, de Jesus, bem como sua obra expiatória e tudo o que ele fez, estavam na mente de Deus, desde a fundação do mundo, e, por isso, chegara o momento em que tudo seria consumado no Filho. E porque todas as ações do Filho Produziriam Grande Glória a Seu Pai, em sua volta para casa, Ele Seria Entronizado e Glorificado. 2. Intercessão pelos discípulos: A intercessão continua. Agora, Cristo ora por seus discípulos (Jo 17:6-19).
Conversa com o Pai sobre eles. Jesus fitava os seus discípulos e comovia-se por deixá-los, preocupando-se com o que aconteceria com eles após sua morte. Nesse clima, ele dialoga com seu Pai. Seu profundo afeto por seus discípulos não era de então; ele já lhes havia revelado o Pai a eles (v. 6-7) e entregue as palavras do Pai (v. 8-14), orado por eles (v. 9-10); já os havia protegido (v.12) já havia se santificado para a santificação deles (v.19) e já os havia enviado ao mundo (v.18).2 Ele sempre demonstrou preocupação com a vida e com a história dos discípulos. Veja que cena comovente: Jesus está perto de passar pela experiência mais cruel de toda a história humana, e, ainda assim, encontra forças para amar e cuidar de seus discípulos. Assim como o Pai deu-lhe um ministério vigoroso e vitorioso, Jesus quer que o Pai dê aos discípulos um ministério frutífero e alegre, que expresse a continuidade do seu (v.13). Por isso, ele pede que o Pai os una (v.11), que o pai os conceda paz (v.13), que o Pai os proteja (v.15-16) e que o Pai os santifique (v.17).
A chave da intercessão de Jesus por eles é a perseverança. O fato de Ele orar por perseverança sugere que isso não é algo automático para os crentes; depende deles continuarem crendo em Jesus e guardando sua palavra, e, sobretudo, em última instância, do poder de Deus. Jesus iria voltar para casa, mas queria que os discípulos entendessem que seu Pai não é um Deus distante, um ser intocável, insensível, mas Deus presente. Ao rogar que seu Pai não os tire do mundo, ele não lhes prometeu uma vida utópica, uma vida sem problemas e contrariedades. Pelo contrário, almejava que os percalços da existência pudessem lapidá- los. Sabia que o oásis é mais belo quando construído no deserto, e não nas florestas. Desta forma, Jesus não queria tirar do caminho as pedras que perturbavam as trajetórias de seus discípulos, mas desejava que elas se tornassem tijolos para desenvolver neles uma humanidade elevada. Por tudo isso, Jesus roga que seu Pai cuide deles, especialmente nos dias maus. 3. Intercessão pela Igreja: Por último, Jesus intercede por aqueles que vão crer na mensagem pregada pelos discípulos (17:20-26). Ele vê antecipadamente a conversão de milhões ou bilhões de pessoas (v.20).
A evangelização do mundo não fracassaria! A intercessão de Cristo tem dois grandes alvos: 1) que os salvos, ao longo da história, sejam um, unidos num só propósito espiritual; 2) que a Igreja esteja sempre unida a Cristo e ao Pai, na forma como estes estão unidos eternamente (v.21). Com isso, Jesus ora por uma unidade mundial (cf. Ap 7:9-10) e revela seu desejo de preservar a pureza da Igreja até que ele volte. O Senhor da Igreja faz cinco pedidos ao Pai em favor dela. Ele pede que o Pai a unifique (v.20-22), que a Igreja honre o Filho (v.21b), que demonstre o amor de Cristo (v.23), que desfrute do amor de Deus (v.25 e 26) e que desfrute a glória de Cristo nos céus para sempre (v.24).7 Seu desejo é que a Igreja participe com ele da glória que ele tinha, antes que o mundo fosse criado por ele (v.24). Jesus deseja que sua unidade com seu Pai contagie os discípulos e se espalhe por toda a Igreja em todos os tempos (v.21). Não é a unidade organizacional, denominacional, institucional, mas orgânica, a unidade do corpo vivo de Cristo. Jesus termina sua intercessão afirmando que o mundo não conheceu ao Pai, mas os discípulos o conheceram, através do Filho (v.25). Ele declara que ainda vai revelar o Pai com mais intensidade aos discípulos, e, por extensão, ao mundo, em seu último e decisivo ato messiânico, na cruz (v.26). Seu desejo final e Mais Relevante é que o Amor de Deus esteja nos discípulos e em todos os que n'Ele Crerem. Antes de exigir dos salvos obediência às suas próprias regras, leis, estatutos e juízos,
Ele quer que seu amor transborde neles para que possam cumprir espontânea e prazerosamente todos os seus preceitos. II – Praticando A Palavra De DEUS Interceda pela verdade e pela santidade da Igreja - Jesus orou: Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade (v.17). Sua intercessão revela que, se o Pai não guardar os salvos em seu nome, estes se desviam da verdade e se corrompem no pecado. Precisamos ser um povo fiel ao nome de Deus! Carregamos Seu Nome, Sua reputação, Suas obras, Suas Promessas, Suas Bênçãos. Ore para que a igreja onde está seja o reflexo desta Oração de Cristo. Interceda ao Pai, pedindo-lhe que o ajude a superar os enganos doutrinários e a impureza moral (v.15), a fim de que o mundo conheça a igreja que se santifica em Cristo Jesus e que ama e vive na verdade de Deus. Interceda pela missão evangelizadora da Igreja - Jesus orou: Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo (v.18). Sua intercessão revela que ele faz de sua missão o modelo para a nossa, pois assim como ele entrou em nosso mundo, devemos entrar no mundo das pessoas. Ele orou por aqueles que creriam nele, por intermédio da sua palavra (v.20). Ele viu você ouvindo a pregação, fazendo o estudo bíblico, sendo salvo! Interceda pela missão evangelizadora da Igreja!
Que o Espírito Santo incomode você e sua família a entrarem no mundo dos pecadores, e com ousadia espiritual, pregar-lhes a palavra de Cristo. Abra os olhos espirituais e, pela fé, veja os pecadores sendo salvos e entrando na Igreja! Interceda pela unidade espiritual da Igreja - Jesus orou: ...a fim de que todos sejam um, e como és Tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que Tu me enviaste (v.21). Sua intercessão revela que ele pede unidade entre os apóstolos e os que serão salvos até a sua volta (v.20 e 21). É uma oração para que haja uma continuidade histórica entre os apóstolos e a igreja pós-apóstolos, para que a igreja em todas as eras seja genuinamente apostólica, leal [à Bíblia Sagrada e tenha unidade] com o Pai e o Filho. Interceda para que a Igreja tenha essa unidade dupla: com a doutrina dos apóstolos (uma verdade comum) e com o Pai e o Filho (uma vida comum). Oremos para que a unidade baseada na verdade e na vida, ou seja, a unidade espiritual seja mais substanciosa do que a unidade denominacional. Conclusão De fato, é impressionante a Oração feita por Jesus em João 17.
Momentos antes da pior hora, a hora do gemido, da dor, da morte, ele deixa sair do fundo de sua alma palavras profundas, emocionantes, vibrantes, que enchem nossos corações de esperança. Sua íntima comunhão com o Pai é manifestada como o modelo para a nossa comunhão uns com os outros e com eles. Sua eterna unidade com o Pai é revelada como o molde da nossa comunhão com os salvos e com eles. Sua misericordiosa compaixão para com os ainda não salvos é a inspiração para o nosso mover em direção a estes, repartindo-lhes o Pai e o Filho. Que as profundas e ricas palavras de Jesus nessa extraordinária oração entrem profundamente em nossos corações e transformem nossa vida substancialmente. Amém!
DEC – PC@maral
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Jesus Cristo depois da Ressurreição
Aos dias do imperador César Augusto, uma jovem virgem de Nazaré (uma cidadã da Galiléia) que tinha sido prometida esposa a José, filho de Jacó, que era da casa de Davi, recebeu a visita de um santo anjo de Deus, o qual lhe anunciou que ela conceberia e daria à luz um filho que seria grande e seria chamado Filho do Altíssimo; o seu nome seria Jesus. A ele Deus daria o reino de Davi seu Pai e Ele dominaria sobre Israel eternamente. Maria, este o nome da jovem virgem, ouvindo dizer-lhe essas palavras, perguntou como poderia acontecer tudo isso uma vez que ela não conhecia homem; e o anjo lhe respondeu que o Espírito Santo viria sobre ela, e o poder de Deus a cobriria com a sua sombra, por isso o santo que havia de nascer seria chamado Filho de Deus. Ao que Maria respondeu ao anjo que lhe fosse feito segundo a sua palavra porque ela se declarava a serva do Senhor.
E assim aconteceu, Maria ficou grávida por virtude do Espírito Santo, sem que José a tivesse conhecido. Mas quando José, tempo depois, se apercebeu que a sua prometida esposa estava grávida se propôs deixá-la em segredo, mas projectando ele estas coisas um ,Anjo de Deus lhe Apareceu em Sonho e lhe disse que não se preocupasse em receber Maria como esposa porque o que nela estava gerado Era Obra do Espírito Santo; e que ele deveria pôr , Ao Filho Que Havia de Nascer O Nome de Jesus que Significa ‘YHWH Salva’ (YHWH é O Nome Hebraico de Deus que Se Pronuncia Yahweh). Tranquilizado por essas palavras, José logo que Acordou Recebeu Como Esposa Maria, sabendo por certo que o Mensageiro de Deus que lhe tinha aparecido não lhe tinha mentido. E aconteceu naqueles dias que saiu um decreto da parte de César Augusto para que se fizesse um recenseamento de todo o império. Então José tomou a sua esposa, que estava grávida e se dirigiu a Belém para alistar-se porque, como dissemos antes, ele era da casa de Davi. E aconteceu que estando eles em Belém da Judéia, Maria deu à luz um menino a quem passados oito dias, quando foi circuncidado, foi posto o nome de Jesus.

O Nascimento de "Jesus Cristo Nosso Senhor"
No próprio dia em que Jesus nasceu, apareceu a pastores da comarca de Belém um anjo do Senhor o qual lhes anunciou a boa notícia que naquele dia na cidade de Davi tinha nascido o Salvador, que era Cristo (do grego Christòs que significa ‘Ungido’), o Senhor. Eles pois, ouvindo isso, se dirigiram a Belém e lá acharam o menino e divulgaram o que lhes tinha sido dito acerca daquela criança. Ao ouvirem essas coisas aqueles que estavam lá presentes se admiravam. Quando se completaram os dias durante os quais - segundo a lei - a mulher que tinha dado à luz um filho macho devia ficar a purificar-se do seu sangue, os seus pais o levaram a Jerusalém para apresentá-lo ao Senhor, e também para oferecerem o holocausto e o sacrifício pelo pecado que prescrevia a lei de Moisés. Em seguida, quando Jesus tinha ainda poucas semanas chegaram a Belém, junto da casa onde ele estava, magos vindos do Oriente os quais o adoraram, e abrindo os seus tesouros ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra. Como tinham feito esses homens para chegar a Belém? Desta maneira: Enquanto estavam no Oriente tinha-lhes aparecido a sua estrela que os tinha conduzido a Israel. Chegando a Jerusalém tinham perguntado onde estava o rei dos Judeus que tinha nascido pois eles tinham vindo para adorá-lo. E o Rei da Judéia, Herodes, chamando os escribas e os principais dos sacerdotes, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo, e eles lhe disseram que o Cristo havia de nascer em Belém da Judéia. O rei pois tinha enviado os magos a Belém (depois de se ter informado acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera), dizendo-lhes para voltarem depois a ele quando achassem o menino porque também ele queria ir adorá-lo. Mas os magos depois de terem achado o Menino Jesus, não voltaram a Herodes porque foram Divinamente Avisados em Sonho para que não Voltassem a passar por Herodes; e assim por outro caminho regressaram à sua terra. Isto naturalmente fez enfurecer Herodes que se viu iludido pelos magos; e então ele mandou exterminar todos os machos que havia em Belém e em todo o seu território da idade de dois anos para baixo (segundo o tempo que inquirira dos magos). Mas o menino Jesus não foi morto porque Deus mediante um anjo avisou em tempo José dizendo-lhe para tomar o menino e sua mãe e ir para o Egipto e ali ficar até nova ordem. Quando depois Herodes morreu, então Deus, ainda mediante um seu anjo, avisou José e lhe disse para voltar a Israel.
Chegando a Israel, José foi para a Galiléia mais precisamente para a cidade de Nazaré. Aqui em Nazaré, Jesus foi criado por seus pais e Crescia em Sabedoria e em Estatura, Se Fortalecia e A Graça de Deus Estava Sobre Ele.

*** E disse Jesus : ***
"É das Crianças O Reino Dos Céus"
Quando Jesus tinha cerca de trinta anos deixou a Galiléia e dirigiu-se ao rio Jordão para ser batizado por João Batista, que tinha aparecido há algum tempo no deserto da Judéia pregando um batismo de arrependimento para a remissão dos pecados. Quem era este? Ele não era nem Elias, nem o Cristo, como ele mesmo respondeu àqueles Fariseus que o tinham interrogado um dia além do Jordão onde ele estava batizando; mas ele era aquele de quem tinha falado Deus pelo profeta Malaquias quando disse: "Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim" (Mal. 3:1). Um homem por isso que Deus tinha enviado antes do seu Ungido para lhe preparar o caminho. Mas de que maneira o mensageiro de Deus prepararia a estrada diante do Ungido de Deus? Testemunhando dele para que todos crescem por meio dele; e isto de fato foi o que fêz João.
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Jesus Cristo O Filho do Altíssimo O Autor do Amor

*** Jesus Cristo O Filho do Altíssimo O Autor do Amor ***

*** A Crucificação de Jesus no Calvário ***

*** Nosso Planeta Azul * O Planeta Terra ***
O Batismo de Jesus Cristo no Jordão

Quando naquele dia o Batista o batizou e Jesus saiu da água aconteceu que os céus se abriram e ele viu descer sobre ele o Espírito Santo em forma corpórea como uma pomba e ouviu uma voz que disse: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo" (Mat. 3:17). Desde então o Batista começou a testificar às multidões: "Eu vi o Espírito descer do céu, como uma pomba, e repousar sobre ele. E eu não o conhecia, mas o que me mandou a batizar com água, esse me disse: Aquele sobre o qual vires descer o Espírito, e sobre ele repousar, esse é o que batiza com o Espírito Santo. E eu vi, e tenho testificado que este é o Filho de Deus" (João 1:32-34). Na ocasião pois do seu batismo na água Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo.

*** A Oração de Jesus ao Pai Eterno ***
Depois que Jesus foi ungido, o Espírito Santo o conduziu ao deserto para que fosse tentado por Satanás. Depois de ter jejuado por quarenta dias e quarenta noites, por três vezes o tentador procurou fazê-lo cair em pecado; mas Jesus se opôs a ele de maneira eficaz citando-lhe a lei do Senhor que ele tinha posto no seu coração conforme está escrito: "A lei do seu Deus está em seu coração; os seus passos não resvalarão" (Sal. 37:31). O diabo então o deixou até outra ocasião, e os anjos de Deus vieram e o serviram.
Depois disto, Jesus voltou para a Galiléia onde começou a pregar e a ensinar, glorificado por todos. Foi também a Nazaré onde tinha sido criado, mas aqui os seus concidadãos se levantaram cheios de ira contra ele porque depois de ele ter lido na sinagoga aquela passagem de Isaías onde está dito: "O Espírito do Senhor Deus está sobre mim; porque o Senhor me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos, a apregoar o ano aceitável do Senhor" (Is. 61:1), ele afirmou que naquele dia essa Escritura se tinha cumprido, e que nenhum profeta é bem recebido na sua pátria. Eles então o expulsaram para fora da cidade e procuraram precipitá-lo do cume do monte em que estava edificada Nazaré, mas ele passando pelo meio deles se retirou para Cafarnaum, cidade marítima nos confins de Zabulom e Naftali, onde fixou a sua residência, de facto esta cidade é chamada a sua cidade (cfr. Mat 9:1).
Jesus andava de cidade em cidade e de aldeia em aldeia pregando e anunciando a boa nova do reino de Deus. Ele dizia à multidão: "Arrependei-vos, e crede no evangelho" (Mar. 1:15); portanto exortava todos a arrependerem-se dos seus pecados e a crer na boa notícia de que ele era o embaixador por vontade de Deus. O profeta Isaías de facto tinha dito do Cristo que ele traria uma boa nova aos pobres. Mas em que consistia esta boa notícia na qual Jesus ordenava aos homens crer? No facto que Deus na plenitude dos tempos tinha enviado ao mundo o seu Filho para que todo aquele que nele cresse não perecesse mas tivesse a vida eterna. Em outras palavras na maravilhosa notícia que Deus no seu grande amor tinha enviado ao mundo o seu Filho para que por meio dele o mundo fosse salvo, e que para ser salvo era necessário, indispensável, crer nele.
Além de anunciar aos Judeus o arrependimento e a fé nele, Jesus ensinou muitas coisas por parábolas às multidões e assim se cumpriram as palavras do profeta: "Abrirei a minha boca numa parábola; falarei enigmas da antiguidade" (Sal. 78:2).
Mas Jesus operou também muitas curas no meio dos Judeus. Ele ressuscitou também os mortos e expulsou muitos demónios dos corpos daqueles que os possuíam, porque Deus era com ele.
Mas apesar de Jesus ter andado pela terra dos Judeus fazendo o bem, e curando todos aqueles que estavam debaixo do domínio do diabo porque Deus era com ele, houveram muitos que não creram nele, e diziam que ele era um comilão e um bêbado, alguém que enganava as pessoas, um louco, alguém que tinha o príncipe dos demónios e mediante ele expulsava os demónios, um pecador porque violava o sábado, um blasfemo porque chamava Deus de seu Pai e se fazia igual a ele. Calúnias, só calúnias; porque Jesus foi um homem temperado em todas as coisas; um homem que nunca procurou o seu interesse como antes fazem os enganadores que ensinam coisas que não deveriam por torpe ganância; um homem cheio de sabedoria, mas não daquela dos príncipes deste mundo mas daquela de Deus misteriosa e oculta; um homem cheio de Espírito Santo que expulsava os demónios pelo auxílio do Espírito; um homem que nunca violou o Sábado porque no dia de Sábado é lícito fazer o bem; é lícito salvar uma pessoa e ele nesse dia fazia precisamente isso curando aqueles que necessitavam de cura; um homem veraz que não se fez igual a Deus por presunção mas porque ele era igual a Deus por natureza sendo o seu Filho Unigénito vindo de junto d´Ele. Mas embora fosse igual a Deus, Ele não considerou esta igualdade com Deus coisa a que se devia aferrar mas humilhou-se a si mesmo tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos filhos dos homens. Eis por que muitos não reconheceram nele o Filho de Deus, porque se apresentou sob a forma de um humilde servo que aparentemente não tinha nada de diferente dos outros homens.
Estas calúnias naturalmente fizeram sofrer Jesus porque ele se viu rejeitado precisamente por aqueles de sua casa; ele sofreu como os profetas que tinham estado antes dele os quais tinham sido enviados por Deus ao povo para o seu bem e, porém, foram rejeitados e caluniados de toda a maneira, como se eles procurassem o seu mal. Se cumpriram assim as palavras do profeta Isaías com que ele tinha definido o Cristo: "Homem de dores, e experimentado nos trabalhos" (Is. 53:3), e assim foi de facto Jesus Cristo.
Entre aqueles que rejeitaram Jesus estiveram os principais sacerdotes e os Fariseus os quais, tendo desconhecido ele e as declarações dos profetas que se liam todos os sábados, deliberaram prendê-lo e matá-lo.
Alguns dias antes da Páscoa, Jesus subiu a Jerusalém entrando na cidade montado em um jumento. Aconteceu naqueles dias que precediam a Páscoa que Satanás entrou num dos discípulos de Jesus, chamado Judas Iscariotes, o qual foi ter com os principais sacerdotes para lhes o entregar. E eles alegrando-se disto, prometeram dar-lhe em troca dinheiro, trinta moedas de prata. Desde aquele momento por isso Judas Iscariotes procurava o momento oportuno para traí-lo.
Aconteceu assim que durante a festa da Páscoa, depois de Jesus ter comido a Páscoa com os seus discípulos, Judas saiu de onde eles estavam reunidos. Pouco depois chegou ao horto do Getsemani, onde Jesus entretanto tinha ido com seus discípulos para orar, com uma grande multidão que tinha espadas e paus. Depois de terem recebido o sinal combinado da parte de Judas, aproximaram-se lançaram mão de Jesus e o prenderam; exactamente como teriam feito com um malfeitor. Todos os seus discípulos então o deixaram e fugiram.
O levaram primeiro diante do Sinédrio que o condenou como réu de morte porque se tinha declarado o Filho de Deus, e portanto por blasfémia. Quando os membros do Sinédrio disseram: "É réu de morte" (Mat. 26:66), lhe cuspiram no rosto e lhe deram socos; e outros o esbofetearam, dizendo: "Profetiza-nos, ó Cristo, quem foi que te bateu?" (Mat. 26:68). Depois, maniatando-o, o levaram ao governador Pôncio Pilatos para lhe pedir que o crucificasse. Este ao princípio tinha deliberado libertá-lo porque não encontrava nele nada que fosse digno de morte (o tinha também enviado a Herodes que naqueles dias se encontrava em Jerusalém o qual o tinha escarnecido com os seus soldados, e também ele não tinha encontrado em Jesus alguma das culpas de que o acusavam os principais sacerdotes e os escribas), mas como a multidão pedia com grandes gritos para crucificá-lo consentiu aquilo que ela pedia e por isso mandou que primeiro o açoitassem e depois que o crucificassem. Os soldados do governador o levaram então para dentro do pretório e o vestiram de púrpura, lhe puseram na cabeça uma coroa de espinhos, uma cana na mão direita, e prostrando-se diante dele o zombavam dizendo: Salve, rei dos Judeus! E lhe batiam na cabeça com a cana e lhe cuspiam.

** A Coroa de Espinhos que "O Senhor" foi coroado ***
Depois de tê-lo despido da púrpura, e revestido das suas vestes o levaram para fora a um lugar chamado Gólgota, onde o pregaram na cruz para que se cumprissem as palavras: "Traspassaram-me as mãos e os pés" (Sal. 22:16), no meio de dois malfeitores e isto para que se cumprissem as palavras de Isaías: "E foi contado com os transgressores" (Is. 53:12).
Enquanto estava pendurado na cruz os soldados tomaram as suas vestes, e fizeram delas quatro partes, para cada soldado uma parte, enquanto sobre a túnica lançaram sortes para ver de quem seria; isto aconteceu para que se cumprisse a Escritura: "Repartem entre si as minhas vestes, e lançam sortes sobre a minha roupa" (Sal. 22:18).
Uma outra coisa que aconteceu enquanto Jesus estava pendurado na cruz agonizante foi ele ter sido escarnecido por aqueles que passavam lá e pelos principais sacerdotes, pelos escribas e pelos anciãos os quais lhe diziam: "Salvou os outros, e a si mesmo não pode salvar-se. Se é o Rei de Israel, desça agora da cruz, e creremos nele. Confiou em Deus; livre-o agora, se o ama; porque disse: Sou Filho de Deus" (Mat. 27:42-43); e isto aconteceu para que se cumprissem as palavras de Davi: "Todos os que me vêem zombam de mim, arreganham os beiços e meneiam a cabeça, dizendo: Confiou no Senhor; que ele o livre; que ele o salve, pois que nele tem prazer" (Sal. 22:7-8), e ainda: "Abrem contra mim sua boca, como um leão que despedaça e que ruge" (Sal. 22:13).
Antes de Jesus expirar gritou: "Elí, Elí, lamá sabactaní? Que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mat. 27:46), e naquele momento um dos que ali estavam correu, tomou uma esponja, ensopou-a em vinagre e, pondo-a numa cana, dava-lhe de beber. Isto aconteceu para que se cumprisse o que tinha sido dito por Davi: "Na minha sede me deram a beber vinagre" (Sal. 69:21).
Depois que Jesus expirou, os soldados vieram para quebrar as pernas àqueles que estavam na cruz, quebraram as pernas aos dois que tinham sido crucificados com ele, mas a Jesus não lhas quebraram, porque o viram já morto, para que se cumprisse a Escritura que diz: "Nenhum dos seus ossos será quebrado" (João19:36; Sal. 34:20). Naquela noite se cumpriu também a Escritura: "E olharão para mim, a quem traspassaram" (Zac. 12:10).
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O Batismo de Jesus Cristo no Jordão
Mas por que morreu Jesus Cristo?

Mas por que morreu Jesus Cristo? "Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades" (Is. 53:5), diz Isaías. Portanto a sua morte na cruz, querida e decretada pelos Judeus e executada materialmente pelos Gentios, não foi mais que o cumprimento das palavras do profeta Isaías. E por isso dizemos que foi Deus que fez com que os Judeus e os Gentios se coligassem contra o seu Ungido para matá-lo para que com a sua morte ele nos libertasse do pecado.
Vamos agora explicar este conceito muito importante. O pecado entrou no mundo através de um só homem de nome Adão e este pecado passou a todos os homens, pelo que todos pecaram. Mas o que faz forte o pecado no homem? A lei, porque, como diz Paulo, ela é "a força do pecado" (1 Cor. 15:56). Ainda Paulo explica isto quando diz que: "O pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou, e por ele me matou" (Rom. 7:11), em outras palavras o pecado utiliza a lei para trazer a morte ao homem. A lei é boa e santa, mas o pecado se usa dela para causar a morte no homem. Para fazer uma comparação, é como se um homicida se usasse de um pedaço de madeira feita por Deus para assassinar um outro homem. Quem mata não é a madeira feita por Deus e boa em si mesmo, mas o homicida que se usa dela para cumprir o seu criminoso desígnio. Assim o pecado homicida se usa da lei, dada por Deus a Israel e por isso boa, para matar espiritualmente as pessoas. Portanto era preciso anular o pecado, isto é, despojá-lo do seu poder que tinha sobre o homem. E Jesus fez precisamente isso com o seu sacrifício, anulou o pecado; ele pôde fazer isso porque ele se carregou das nossas iniquidades morrendo sobre a cruz por todos nós. Eis por que quem crê nele é libertado do pecado, porque Jesus na cruz crucificou o seu (de quem crê) velho homem. Portanto o crente em Cristo morreu com Cristo para o pecado; e por conseguinte a lei cessou de dominá-lo porque a lei tem domínio sobre o homem só enquanto ele vive e não também depois que morreu. E o crente mediante o corpo de Cristo morreu para a lei, para aquela que o mantinha sujeito à escravidão, para pertencer a um outro, àquele que ressuscitou dos mortos.
Depois que Jesus expirou sobre a cruz, veio um certo José de Arimatéia que era um homem rico e que se tinha tornado também ele discípulo de Jesus, o qual pediu o corpo a Pilatos, tomou o corpo de Jesus, o envolveu num pano limpo de linho e o depositou no seu sepulcro que havia aberto ali nos arredores, e no qual ainda ninguém havia sido posto. Foi assim que se cumpriu aquela outra Escritura que diz: "Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte" (Is. 53:9).
Mas ao terceiro dia Deus o ressuscitou dos mortos porque era impossível que Cristo fosse retido pela morte; e também a sua ressurreição tinha sido anunciada por Deus na sua palavra, com efeito, Davi tinha dito: "Não deixarás a minha alma no Hades, nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção" (Actos 2:27). É claro que Davi não falou dele porque o seu corpo permaneceu no sepulcro e viu a corrupção, mas falou da ressurreição de Cristo, de um dos seus descendentes, porque ele sabia que Deus lhe tinha prometido com juramento que o faria sentar sobre o seu trono eternamente conforme está escrito: "O Senhor jurou a Davi com verdade, e não se desviará dela: Do fruto das tuas entranhas porei sobre o teu trono" (Sal. 132:11).

*** Jesus Cristo com todo Seu Explêndor ***
Depois que Jesus ressuscitou se fez ver por aqueles que ele tinha escolhido, comeu e bebeu com eles, e discutiu com eles coisas relativas ao reino de Deus e deu-lhes mandamentos; depois foi recebido no céu à direita da Majestade para que se cumprissem as palavras de Davi: "Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés" (Sal. 110:1). E do céu, a seu tempo, ele voltará com glória e poder.
*** Arrepende-te e crê n`Ele ***

*** O Resplêndor de Jesus Cristo Nosso Senhor ***
Uma das coisas que Jesus antes de ser recebido no céu ordenou fazer foi a de pregar em seu nome aos homens o arrependimento e a remissão dos pecados (cfr. Lucas 24:46-47). Isso foi o que fizeram os apóstolos depois que ele foi recebido no céu, e isso é o que fazemos nós hoje à distância de quase dois mil anos em obediência à ordem de Cristo Jesus.
Te exortamos portanto em nome de Cristo a te arrependeres dos teus pecados e a crer em Jesus Cristo, porque SÓ PELA FÉ NELE PODES OBTER A REMISSÃO DOS TEUS PECADOS conforme está escrito: "A ele todos os profetas dão testemunho de que todo o que nele crê receberá a remissão dos pecados pelo seu nome" (Actos 10:43). Jesus Cristo, com efeito, tem a autoridade de perdoar aos homens os seus pecados, como o tinha quando estava sobre a terra (cfr. Mar. 2:5-11), porque ele é o Filho de Deus, e isso ele faz PESSOALMENTE para com aqueles que crêem nele. Não há pois necessidade de nenhum outro mediador entre Deus e os homens, além de Jesus Cristo, a fim de obter a remissão dos próprios pecados. Te o repetimos: nenhum (cfr. 1 Tim. 2:5-6).
Cai pois em ti mesmo, crê no nome do Filho de Deus e obterás a remissão dos teus pecados. E não só, obterás também a vida eterna conforme está escrito: "Aquele que crê tem a vida eterna" (João 6:48), pelo que ESTARÁS SEGURO DE QUE QUANDO MORRERES IRÁS PARA O PARAÍSO - um lugar celestial maravilhoso onde não há nem dores e nem pranto e onde reina a paz (cfr. 2 Cor. 12:2-4; Jó 25:2) - e começarás por isso a ter o desejo de partir do corpo e habitar com o Senhor no Paraíso (cfr. Fil. 1:23; 2 Cor. 5:8).
Não demores, não adies esta decisão para amanhã ou para qualquer outro dia (cfr. 2 Cor. 6:2), poderia ser demasiado tarde para fazê-lo porque DE REPENTE PODERÁS MORRER sem ter sequer tempo de te arrependeres e crer em Jesus e IRÁS DIRECTAMENTE PARA O INFERNO - UM LUGAR HORRÍVEL QUE EXISTE NO CORAÇÃO DA TERRA ONDE ARDE FOGO E AS ALMAS DOS PECADORES SOFREM TORMENTOS ATROZES E TERRÍVEIS PRODUZIDOS PELO FOGO (cfr. Lucas 16:24) - sem ter mais por toda a eternidade uma outra oportunidade de te arrependeres e crer em Jesus. Este é na verdade o fim que espera todos aqueles que não se arrependem e não crêem em Jesus Cristo (Sal. 9:17).
Dois caminhos estão diante de ti: o do pecado que leva ao inferno e sobre o qual te encontras, e o santo que leva ao paraíso sobre o qual nos encontramos nós pela graça de Deus e que te indicámos: abandona o caminho do pecado e encaminha-te para o caminho santo, e não te arrependerás jamais porque está escrito que do arrependimento que leva à salvação nunca ninguém se arrepende (cfr. 2 Cor. 7:10).
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Mas por que morreu Jesus Cristo?
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As Tábuas dos 10 Mandamentos do Altíssimo

*** Os 10 Mandamentos entregues a Moisés ***
*** Pela dureza do coração do Povo de Israel eram 10 Mandamentos
*** Mas´Só Há Um Mandamento "O Amor"

*** O Monte Sinai e O Poder do Altíssimo ***
*** Jesus Cristo * Nosso Senhor & Salvador ***

*** Jesus Cristo * Nosso Senhor & Salvador ***
*** Nosso “Senhor” “ Eterno Senhor” ***
Perdoa-nos de todo o mal que causamos...
e que venhamos a causar aos nossos semelhantes...
Perdoa-nos de todos nossos pecados,...
mesmo em pensamentos...
Que sejamos Imitadores de Cristo Jesus...
O Nosso Mensageiro Maior...
O único Caminho para “O Vosso Reino Senhor”...
Esta Vereda da Vida é muito comprida...
E sempre tropeçamos pelo caminho...
Caímos, pedimos “A Tua Misericórdia...Reerguemos...
Para novamente seguir o exemplo de “Jesus”...
Há dias que nos sentimos fracos e oprimidos...
Quem somos nós para desatar as sandálias de...
Nosso Senhor e Redentor, Cristo Jesus...
Que Amou seus filhos-irmãos Infinitamente...
Ao ponto de doar Sua Própria Vida...
Para a Redenção de nossos pecados...
Quem somos nó ?... “Senhor” !!! ...
Se nada somos para ser tão Amados...
Pela Vossa Infinita Misericórdia...
Mostrái-nos o caminho “Senhor”...
Se a caminhada é muito longa e àrdua...
Não nos deixe, não nos abandone jamais...
Muito obrigado “Senhor” ...
Pelo Vosso Infinito Amor...
Derramado sobre Seus filhos ...
Nós os humildes servos do “Senhor” ...
Dái-nos a Paz, a Justiça e o discernimento...
Para sabermos o Certo e o errado...
Escapando assim das grandes armadilhas...
Que a vida nos surpreenda...
Para sabermos escolher Certo...
Sempre a Vereda do Bem...
E nunca os caminhos do mal...
Dái-nos força... Oh “Senhor” !!!...
Para modificar as coisas que podemos...
E a aceitar as que não podemos modificar...
Obrigado Senhor, por mais este dia...
Sabendo-se que não é o último...
Que iremos viver e experimentar...
Oh Senhor !!!... Nos dê a Consciência do Amor...
E abasteça nossos corações...
Com “A Tua Àgua Viva”...
Para que jamais tenhamos sede...
E que assim seja...Eternamente...
Oh!!! Nosso Bom Senhor...
Só Tú És Dígno de todo Louvor...
Amem...Pois "O Amor" é o Maior Mandamento...
JC.
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As Tábuas dos 10 Mandamentos do Altíssimo
Mateus 7 Jesus Ensina Ao Povo A Vontade do Pai
Livro de Mateus 7
1- Não julgueis, para que não sejais julgados.
2- Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
3- E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?
4- Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?
5- Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.
6- Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem.
7- Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.
8- Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á.
9- E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra?
10- E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente?
11- Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?
12- Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.
13- Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
14- E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.
15- Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.
16- Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?
17- Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.
18- Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.
19- Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.
20- Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
21- Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22- Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
23- E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
24- Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
25- E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
26- E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia;
27- E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.
28- E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina;
29- Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas.
1- Não julgueis, para que não sejais julgados.
2- Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
3- E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?
4- Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu?
5- Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.
6- Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem.
7- Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á.
8- Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á.
9- E qual dentre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra?
10- E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente?
11- Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?
12- Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas.
13- Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;
14- E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.
15- Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.
16- Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos?
17- Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.
18- Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.
19- Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.
20- Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
21- Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
22- Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
23- E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.
24- Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;
25- E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha.
26- E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia;
27- E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.
28- E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina;
29- Porquanto os ensinava como tendo autoridade; e não como os escribas.
Ficai Conosco Senhor Jesus Cristo Oração
Ficai conosco, Senhor, esta noite. Ficai para adorar, louvar e dar graças por nós, enquanto dormimos. Ficai para fazer baixar do Céu vossa misericórdia sobre o mundo. Ficai para Socorrer, a partir do tabernáculo, as benditas almas do Purgatório, em sua prolongada noite de sofrimentos e penas. Ficai conosco, Senhor, para afastar a ira de Deus de nossas populosas cidades com suas densíssimas nuvens de vícios e crimes que clamam aos Céus por vingança.
Ficai conosco, Senhor, para confortar os que jazem no leito de dor, para dar a graça da contrição aos que morrem, para receber nos braços de vossa misericórdia os milhares de almas que se apresentam ante Vós esta noite para serem julgadas.
Oh! Bom Pastor, ficai com vossas ovelhas, defendendo-as dos perigos que as rodeiam e ameaçam!
Ficai, Senhor, sobretudo, com os que sofrem e com os agonizantes.
Dai-nos uma noite tranqüila e um despertar perfeito. Sede nosso misericordioso Pai até o último momento, para que sem temor possamos
apresentar-nos diante de Vós, como nosso Juiz.
Ficai, Senhor, em meu coração. Assim seja.
(Revista Arautos do Evangelho, Nov / 2004, n. 35, p. 2)
Ficai conosco, Senhor, para confortar os que jazem no leito de dor, para dar a graça da contrição aos que morrem, para receber nos braços de vossa misericórdia os milhares de almas que se apresentam ante Vós esta noite para serem julgadas.
Oh! Bom Pastor, ficai com vossas ovelhas, defendendo-as dos perigos que as rodeiam e ameaçam!
Ficai, Senhor, sobretudo, com os que sofrem e com os agonizantes.
Dai-nos uma noite tranqüila e um despertar perfeito. Sede nosso misericordioso Pai até o último momento, para que sem temor possamos
apresentar-nos diante de Vós, como nosso Juiz.
Ficai, Senhor, em meu coração. Assim seja.
(Revista Arautos do Evangelho, Nov / 2004, n. 35, p. 2)
O Rei do Universo
Acontecimentos mais importantes da Vida de JESUS, relatados com fidelidade conforme a Sagrada Escritura e realçados por uma notável quantidade de quadros famosos dos mais renomados pintores do mundo, que retrataram fatos inesquecíveis ocorridos durante a Obra Redentora do Senhor
O cristianismo é uma religião monoteísta baseada na vida e nos ensinamentos de Jesus de Nazaré, tais como estes se encontram recolhidos nos Evangelhos, parte integrante do Novo Testamento. Os cristãos acreditam que Jesus é o Messias e como tal referem-se a ele como Jesus Cristo. Com cerca de 2,1 bilhões de adeptos (segundo dados de 2001), o cristianismo é hoje a maior religião mundial. É a religião predominante na Europa, América do Norte, América do Sul, Oceania e em grande parte de África.

O cristianismo começou no século I como uma seita do judaísmo, partilhando por isso textos sagrados com esta religião, em concreto o Tanakh, que os cristãos denominam de Antigo Testamento. À semelhança do judaísmo e do islão, o cristianismo é considerado como uma religião abraâmica.
Segundo o Novo Testamento, os seguidores de Jesus foram chamados pela primeira vez "cristãos" em Antioquia (Actos 11:26).
*** Jesus Cristo ***
Outro ponto crucial para os cristãos é o da centralidade da figura de Jesus Cristo. Os cristãos reconhecem a importância dos ensinamentos morais de Jesus, entre os quais salientam o amor a Deus e o amor ao próximo, e consideram a sua vida como um exemplo a seguir. Acreditam que ele é o Filho de Deus que veio à Terra libertar os seres humanos do pecado através da sua morte na cruz e da sua ressurreição, embora variem entre si quanto ao significado desta salvação e como ela se dará. Para a maioria dos cristãos, Jesus é completamente divino e completamente humano.

*** Padre Zezinho Amar como Jesus Amou
*** A salvação ***
Acreditam os cristãos que a fé em Jesus Cristo proporciona aos seres humanos a salvação e a vida eterna. Alguns julgam que precisam cumprir certas obras para obter a salvação (salvação por obras) e outros que, embora o que salve seja a fé, esta apenas pode ser demonstrada se a pessoa agir de acordo com aquilo que crê.
*** A vida depois da morte ***
A visão cristã sobre a vida depois da morte envolve, de uma maneira geral, a crença no céu e no inferno. A Igreja Católica considera que para além destas duas realidades existe o purgatório, um local de purificação onde ficam as almas que morreram em estado de graça, mas que cometeram pecados.
Oração - Padre zézinho - Oração pela família
*** A Igreja de Cristo Jesus ***
Os cristãos acreditam na Igreja, entendida como a comunidade de todos os cristãos e como corpo místico de Cristo presente na Terra e sua continuidade. As principais igrejas ligadas ao cristianismo são: a Igreja Católica, as Igrejas Protestantes, as Igrejas Pentecostais, as Igrejas Neopentecostais e a Igreja Ortodoxa.
*** O Apocalípse ***
A palavra "Apocalipse" significa "revelar ou descobrir". O livro começa dizendo que é "a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo" ( Apocalipse 1:1 ), e expõe um terrível conflito que alcança dimensões cósmicas, no qual existe um vilão implacável e um herói que impressiona. Muitos ignoram que este herói é nosso Senhor Jesus, identificado por 38 nomes e títulos descritivos diferentes. Nos primeiros três capítulos é mencionado 137 vezes e em todo o livro existem umas 250 referências a Sua sublime pessoa.
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